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Após DNA, bebês trocados na Santa Casa de Franca, SP, são entregues às mães biológicas

Após DNA, bebês trocados na Santa Casa de Franca, SP, são entregues às mães biológicas: Crianças nasceram no mesmo dia, receberam pulseiras corretas, mas foram levadas às mães erradas. Hospital diz que 'inversão' dos meninos se deu 'em virtude de procedimento pontual'.



Um exame de DNA comprovou que dois bebês foram trocados logo após o nascimento na sexta-feira (20) na Santa Casa de Franca (SP). O pai de um deles apontou a suspeita ao desconfiar das características da criança entregue à família, o que levou o hospital a realizar os testes. As mães passaram cinco dias internadas no mesmo quarto com os filhos à espera do resultado.

Em nota, a Santa Casa de Franca informou que houve a inversão das crianças em virtude de um procedimento pontual. Segundo o hospital, as famílias foram imediatamente comunicadas no momento em que foi constatada a troca e o DNA foi realizado para tranquilizá-las. A nota não especifica, no entanto, como se deu o erro.



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Pulseiras certas para mães erradas
Filho da manicure Glaciela Martins Cintra, Kauã nasceu à 0h10 de sexta-feira. A dona de casa Eliane Salviano de Souza deu à luz Iuri treze minutos depois. Os bebês nasceram saudáveis e foram levados à pediatria, onde receberam atendimento e uma pulseira de identificação.

Segundo Eliane, o drama teve início no momento da primeira mamada, quando uma das enfermeiras trocou as crianças ao entregá-las às mães no quarto. No dia do parto, apenas ela e Glaciela estavam internadas.

“O meu marido foi quem percebeu que tinha alguma coisa errada, porque ele [bebê] não estava parecendo com os meus meninos, ele estava bem mais clarinho.”





Eliane afirma que o hospital foi avisado sobre a suspeita, mas a hipótese só se confirmou depois que outra funcionária checou a pulseira no braço da criança.

“Eu recebi o bebê da Glaciela com o nome dela e ela recebeu o meu nenê com o meu nome. Só que nós nem olhamos as pulseirinhas, dos meus outros filhos eu não olhei e estava tudo certo.”



Exigência do DNA
Confiante de que um erro dessa natureza jamais aconteceria em um hospital, Glaciela também não conferiu a pulseira do filho. Ela só começou a desconfiar da troca quando o bebê apresentou características físicas diferentes dela e do pai.

“Fiquei três dias com o bebê trocado. Aí eu comecei a ver diferenças nos traços do rosto.”

Com medo de que elas fossem liberadas da unidade com os filhos errados, as famílias exigiram que o hospital providenciasse os testes de DNA. As mães passaram cinco dias na unidade e até que tudo pudesse ser esclarecido, uma amamentou o filho da outra.

“Eu chorava muito quando eu fiquei sabendo que tinham trocado os nenês. Eu não queria destrocar, eu queria ficar com o que eles me entregaram. Eu só chorava e nem queria pegar meu filho no colo”, diz Eliane.





Alívio
O resultado confirmando a incompatibilidade genética das mulheres e dos recém-nascidos foi divulgado na terça-feira (24), dando fim aos dias de angústia das famílias. Para a dona de casa, o erro da enfermeira poderia ter causado sérias consequências às vidas de todos os envolvidos.

“Nunca mais quero me separar dele. Espero que não aconteça com outras mães, porque eu não desejo a ninguém o que eu passei”, diz Eliane.

De acordo com a Santa Casa, a instituição "possui protocolos de checagem e segurança do paciente, protocolos estes, que detectaram a ocorrência, e que o assunto foi tratado com clareza e transparência junto aos familiares, que ficaram cientes de todos os acontecimentos."

O hospital informou que as equipes estão em constante treinamento e os protocolos internos, inclusive de segurança do paciente, são constantemente revistos e atualizados.

FRANCA

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